maria elizabeth de oliveira

HISTÓRIA

UMA VIDA PLENA DE FÉ EM DEUS

Maria Elizabeth de Oliveira nasceu na cidade de Passo Fundo (RS) no dia 06 de fevereiro de 1951, e faleceu vítima de um atropelamento no dia 28 de novembro de 1965, também em Passo Fundo. Nos seus apenas 14 anos de vida, encantou as pessoas com uma alegria constante, muita simpatia, humildade, fé em Deus e grande confiança na Vida Eterna.

Gostava muito de cantar e de surpreender a todos entregando rosas vermelhas e proferindo palavras carinhosas. Filha de família tradicional da região do planalto do Rio Grande do Sul, Maria Elizabeth nunca demonstrou muito interesse pelos bens materiais ou pela riqueza. Preferia a vida simples, as amigas mais humildes, as roupas mais comuns…. Preferia a casa mais antiga ao invés da nova moradia que seus pais haviam construído poucos anos antes do seu falecimento.

Logo após sua morte, prevista e comentada por ela mesma algumas vezes, mas sempre com bom humor e com a alegria da certeza do seu encontro definitivo com Deus, milhares de pessoas começaram a visitar seu túmulo, depositando rosas vermelhas, a preferida, e a partir deste momento os milagres começaram a acontecer. Hoje, apesar de ainda não ser reconhecida oficialmente como uma Santa pela Igreja Católica ( o processo está em andamento), são incontáveis os casos de pessoas que afirmam ter obtido graças e milagres de Deus devido aos pedidos feitos por meio de Maria Elizabeth.

PREVIU A PRÓPRIA MORTE

O aspecto que mais diferenciava Maria Elizabeth de todas as pessoas era a sua profunda fé em Deus e na Vida Eterna no Céu. Familiares e amigas relatam que mais de uma vez Maria Elizabeth afirmou com absoluta tranquilidade e naturalidade que desejava morrer um dia porque iria para o Céu, onde a vida era muito mais bonita, agradável e feliz.

Logicamente essas declarações deixavam seus pais preocupados pois como todos os pais eles almejavam para a sua filha querida uma vida repleta de felicidade já aqui na Terra. Maria Elizabeth, no entanto, não se interessava muito pelas coisas desta vida, a não ser pela alegria e felicidade das pessoas com as quais convivia, tanto na escola como em casa ou com as amigas.

Ela fazia tudo o que podia para ver as pessoas felizes: distribuía rosas vermelhas, abraços, carinho, ternura, palavras de fé e esperança a todo instante.

A sua morte foi anunciada por ela mesma em algumas oportunidades mas sempre com a certeza de que estaria num lugar muito melhor, pleno de carinho, ternura, amor e felicidade. Disse para as amigas que morreria vítima de um acidente de trânsito.

E o acidente aconteceu as 15h15min do dia 28 de novembro de 1965, um domingo, numa esquina próxima a sua casa. Ela conversava com um grupo de amigas naquele momento. Estava plenamente feliz. Cantava, como sempre. De repente, uma Kombi, descontrolada, conduzida por um motorista embriagado, invade a calçada e atinge o grupo. Maria Elizabeth foi jogada violentamente ao chão.

Conduzida ao hospital, inconsciente, deu tempo apenas de receber o sacramento da Extrema Unção (sacramento da Igreja Católica que absolve a pessoa de todos os pecados para que ela seja acolhida por Deus no Céu). Um padre estava no hospital naquele momento e realizou a Extrema Unção. Maria Elizabeth faleceu em seguida.


A DOR SEM FIM DA FAMÍLIA

O desespero, a dor e o sofrimento tomaram conta da vida da família de Maria Elizabeth após a sua morte. Seu pai, um homem robusto, habituado ao trabalho intenso como administrador de uma madeireira, passou 30 dias comendo apenas algumas fatias do pão feito por Maria Elizabeth naquela manhã de domingo trágico. Ele chorava e sofria o tempo todo.

A mãe e os avós, com os quais ela conviveu a maior parte do tempo porque os pais trabalhavam durante a semana no município de Lagoa Vermelha, vizinho a Passo Fundo, também entraram em profunda agonia. Sua mãe, aliás, faleceu 27 anos depois vítima de uma terrível depressão, apesar de ter tido mais uma filha, Margareth, além do filho Roberto, que era pequeninho quando Maria Elizabeth faleceu.

A perda de Maria Elizabeth foi o golpe mais cruel que aquela família exemplar poderia receber, a tal ponto de jamais ter conseguido retomar o encanto pela vida.


CURAS E MILAGRES

 

Mas Deus na sua infinita bondade tem os seus planos, os seus mistérios. Diante de tanta dor naquela família, impossível de ser narrada em qualquer livro que seja escrito, um fato novo começou a se concretizar no município de Passo Fundo.

Sem que ninguém solicitasse nada à família, as pessoas começaram a visitar o túmulo de Maria Elizabeth e depositar flores, especialmente rosas vermelhas. E os relatos de curas e graças obtidas de Deus começaram a se espalhar na cidade e região.

Relatos emocionantes de curas de pessoas já desenganadas pelos médicos surgiam inclusive de outros Estados, destacando sempre que as pessoas pediam em orações a ajuda de Maria Elizabeth, e que ela dava sinais, antecipando as curas, como o recebimento de rosas vermelhas pela pessoa que fazia o pedido ou um perfume misterioso que era sentido no lar ou no quarto do enfermo, entre outros sinais.

Surgia então, um novo fenômeno religioso que chegou até mesmo a ser contestado por membros da própria Igreja Católica, mas com o passar do tempo, e a consolidação de novas curas e graças alcançadas, como empregos, casamentos, reconciliações, aprovações em exames, etc.  Apenas confirmavam que Maria Elizabeth realmente estava, e está, junto de Deus e pode interceder e ajudar todos aqueles que recorrem a Ele com profunda fé e esperança.

Desde aquele momento até os dias atuais a capela onde está o corpo de Maria Elizabeth, no cemitério de Vera Cruz, em Passo Fundo, continua recebendo dezenas de visitantes e devotos todos os dias. Eles surgem de vários Estados brasileiros, e até mesmo do exterior, fazem pedidos, orações, agradecem por graças alcançadas e depositam rosas vermelhas como sinal de fé e gratidão.

LIVROS

O responsável por este site, jornalista e radialista Alexandre Acosta, reside na cidade de Bento Gonçalves (RS), na serra Gaúcha. É Autor de três livros, dois deles escritos a partir da sua fé e devoção a Maria Elizabeth de Oliveira. O primeiro livro trata dos sinais recebidos frequentemente por Alexandre Acosta à noite, quando contempla as estrelas no céu. O outro livro trata da vida dos pais de Maria Elizabeth após sua morte, especialmente da sua mãe Sra. Leda de Oliveira. É um conjunto de reflexões sobre a vida de fé, oração e sofrimento dela, a partir de conversas realizadas com seu outro filho, Sr. Roberto de Oliveira

Logo abaixo você pode fazer o download da obra completa escrita por Alexandre Acosta dedicada a Maria Elizabeth.

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Minha experiência de Deus e os sinais de Maria Elizabeth

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A vida de Fé e Oração dos pais de Maria Elizabeth

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Um passeio pelos caminhos de Deus

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